domingo, 30 de maio de 2010
Interação e Mediação: Vygotsky
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"Somos produtos da interação com o meio.” Para Vygotsky o meio é responsável pelo processo de desenvolvimento humano. O individuo jamais poderia se desenvolver sem a interação; o meio social e a troca de experiências propiciam isso.
Como poderia uma criança ser capaz de desenvolver a fala se não tivesse contato com outras pessoas que se utilizam dela?
O menino lobo encontrado em Aveyron, França é um exemplo claro, ele possuía uma postura de animal, uivava como os lobos (essa era a linguagem que ele tinha desenvolvido). Fica evidente que as características inatas por se só não conseguem desenvolver o indivíduo.
Para compreender o mundo com seus conceitos múltiplos, a criança necessita de alguém para mediar à aprendizagem (coordenar).
O educador assume o papel de mediador no exercício da sua pratica docente, na medida, que interage com os alunos construindo novos conhecimentos.
Na mediação realizada entre professor \ aluno é necessário que ele(professor) conheça os conteúdos prévios dos alunos e trabalhe em cima desses para obter os resultados objetivados.
Vygotsky também desenvolveu o conceito de ZDP ( Zona de desenvolvimento próxima), que é descrito como a distancia existente entre o nível de desenvolvimento real ( aquele em que a criança consegue resolver sem auxilio um problema) e o nível de desenvolvimento potencial ( onde necessariamente a criança precisa de orientação ou auxilio de alguém mais capacitado).
É na Zona de Desenvolvimento Potencial que se desenvolve as funções do conhecimento (cognitivo).
Compreendendo a Leitura e a Formação Docente
Olhe ao seu redor! Observe como os símbolos, imagens e textos estão espalhados por toda parte. Estamos em contato com a leitura a todo momento, isto implica ler a todo instante: o letreiro do ônibus, placas, sinais, nomes de ruas, jornais, anúncios, enfim, vivemos numa sociedade letrada.
Quando lemos, e, compreendemos, nos transportamos a mente do autor, pois desvendamos seu pensamento e idéias, ali expostas.
A leitura é um processo dinâmico. Para compreender o que se lê faz-se necessário desenvolver algumas habilidades como: rever os conhecimentos prévios, fazer previsões, formular hipóteses. É um processo de interação de quem lê sobre quem escreve, leitor e autor, no entanto, este processo tem que ser construído, estimulado e incentivado.
A escola é a principal instituição responsável pela formação desses leitores e o professor o mediador, cabe a ele, incentivar a aproximação a esse mundo tão fascinante, que nos transporta para diversas dimensões e nos desperta emoções.
Mas será que o professor pode ser um mediador sem se apropriar da leitura?
Certamente não. A formação do docente, também se faz através da leitura e da compreensão da sociedade, onde estão inseridos os alunos.
O docente na sua prática pedagógica deve ser o ponto de referência de como a leitura enriquece o indivíduo. Apenas passar conteúdos sem vivenciá-los, torna o exercício da profissão difícil e desgastante e a aprendizagem superficial.
Ler em todas as esferas e compreender o mundo que nos rodeia, é participar ativamente das mudanças e configurar novos conceitos.
Imagine um mundo sem textos e sem símbolos! Certamente seria como um “dia sem noite”, ficaríamos soltos e dispersos, teríamos que formular novos métodos de interação.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
1ª APRESENTAÇÃO: A TRANSPOSIÇÃO DE DADICA COM INTERMEDIADORA ENTRE O CONHECIMENTO CIENTIFICO E O CONHECIMENTO ESCOLAR
A importância do Conhecimento
A transformação de dadica com intermediario entre conhecimento cientifico e conhecimento escolar, revista eletronica de ciencias da educaçao, campo largo, V.7, nov. 2008. Lucas Dominguini, Univercidade Extremo Sul Catarinense (UNESC).
Tendo em vista os questionamentos e alusões feitas a longo do texte, no que tange a respeito da transposição didadica, conhecimento cientifico, conhecimento escolar; nota-se o quanto tal assunto vem trazendo discurssões e criticas diversas.
o Texto relata a importancia do conhecimento na vida das pessoas, mostrando como é essencial conhecimento para socialização do Homem com a natureza. Dá enfase ao conhecimento cientifico e todas as suas peculiaridades, tentam mostrar ao leitor, que o ensino escolar transmite apenas uma parte de conhecimento, de uma forma simples e direta com objetivo de fazer o aluno entender aquilo que estar sendo falado, para que ele consiga adiquirir ao menos um conhecimento basico para a vida. Sendo que o conhecimento cientifico e transformado em conhecimento escolar atravez de uma transposição de dadica, que é feita pelo professor em sala de aula adaptando o conteudo a realidade dos alunos.
Quando paramos para olhar por esse angulo, percebemos a importancia da transposição de dadica, seria quase impossivel levar para uma sala de aula todo um conteudo de uma dorma cientifica, assim dificurtariamos o aprendizado do aluno, sendo, que muito do conhecimento cientifico ja faz parte do conhecimento geral só que de forma popular, não deixando de ser conhecinendo, mas simplificado e de facil acesso entendimento a todas as pessoas.
2ª APRESENTAÇÃO: CONHECIMENTO CIENTIFICO; SEU ENSINO E APRENDIZAGEM: ATUALIDADE DO CONSTRUTIVISMO
3ª APRESENTAÇÃO: O PAPEL DO TEXTO DE DIVULGAÇÃO CIENTIFICA NA FORMAÇÃO DO ALUNO ADOLECENTE
4ª APRESENTAÇÃO: A PRÁTICA PEDAGÓGICA E A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO CIÊNTIFICO.
O texto requerente faz uma abordagem histórica muito interessante sobre a prática pedagógica.
A autora trata com clareza as fazes pela qual passou a educação, antes volta para o misticismo e cremças, tendo Deus como centro ( Teocentrismo), depois para a visão racionalista (antropocentrismo).
Ela enfatiza sucintamente alguns principios para que a prática docênte favoreça a construção do conhecimento, cita nomes de vários estudiosos e suas concepções e dão suporte e complementam sua pesquisa.
Uma caracterista marcante da evolução d conhecimneto cientifico tratado pela autora acontece na modernidade onde o homem passou a ser visto como ser pensante.
A "bagagem" do aluno suas vivências e experiências passaram a ser tratadas como ponto de partida para o desenvolvimneto das práticas pedagógicas, também faz considerações dos desafios dos educadores quando propõe a ruptura da visão fragmentada, sugerindo a interdisciplinaridade.
É possível afirmar que esse texto traz um apanhado de informações tracando uma "linha do tempo" sobre a evolução do conhecimneto e a prática pedagógica de suma imporatncia para o fazer docente atual.